Curadorias e eventos

Refestália: TransMITO Makunaimã (2022)

Intervenção cênico-literária, criada a partir do livro Makunaimã – O Mito Através do Tempo, ocorrida no Sesc Interlagos (2022). 

Com participação de Deborah Goldemberg e família Makunaimã, o grupo propõe uma intervenção na mata e visita três estações cênicas,ocorridas nos seguintes atos: I. Reflexões de Mário de Andrade; II. Koch Grunbergouve Akulinarrar – A mitologia em 1920; III. Homenagem-evocação a Jaider Esbell; IV. Lenda da mãe d´água, por Roseane Wapichana; e IV. Roubaram nossas histórias, isso é chamado de guerra.

O Refestália apresentou uma programação especial em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna. Mais informações sobre o evento aqui.

Semana do Centenário da Semana de Arte Moderna (2022)

Leitura dramática online do livro Makunaimã – O mito através do tempo (Elefante, 2019), em fragmentos dos Atos 1 e 2, seguida de debate entre críticos literários no evento de comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna.

Debate sobre Makunaimã – O mito através do tempo, com Pedro Meira Monteiro e Hard Footman (2022)

O encontro engajou a participação de  professores da rede estadual paulista por meio da doação de 100 livros e um prêmio para grupos de teatros escolares que desejassem encenar a peça. Saiba mais, acesse aqui

Saiu na Imprensa

Afinal, a Semana de Arte Moderna foi tão importante assim? Publicado pelo jornal O Povo.

Leitura dramática de Makunaimã – O Mito Através do Tempo (2021)

Com participação especial de Jaider Esbell.

Macunaíma: o herói sem nenhum caráter, o romance completou noventa anos com respeito e sucesso nas cores e na voz do gênio Mário de Andrade. Makunáima ou Makunaimã, a divindade indígena do tempo imemorial, habita o Monte Roraima, no extremo norte do Brasil, e faz parte do sagrado de alguns povos indígenas que vivem sob seu cuidado e olhar de menino Deus.

Cartaz da mostra artística

Makunaimã: o mito através do tempo é uma peça de teatro e dá lugar às vozes indígenas em crítica ao Macunaíma estereotipado de Mário de Andrade. A obra é revolucionária por trazer à tona vozes e visões do outro lado – o lado indígena. 

Assista à leitura dramática.

Confira o conteúdo na íntegra na página da Tepi.Digital.

Finalista no Prêmio Jabuti (2021)

Finalista Jabuti (2021)

A obra A Brecha: uma reviravolta quilombola ficou entre as três finalistas da categoria juvenil do Prêmio Jabuti de 2021. 

Saiba mais, acesse aqui.

 

Seminário Internacional Raízes da Intolerância no Brasil (2021)

Curadoria do Seminário Internacional Raízes da Intolerância no Brasil, o evento buscou gerar reflexões sobre as causas da intolerância a partir do extermínio e proibição de mais de mil línguas que eram faladas no território brasileiro.

O evento contou com a participação de Aílton Krenak, Marcelo Lemos, Rosileide Barbosa, Kadine Teixeira, Sydney Possuelo e muitas outras convidadas. 

Cartaz da programação – Seminário Internacional Raízes da Intolerância no Brasil (2021)

Programação completa do Seminário

Por que falávamos milhares de línguas no ano de 1500 e hoje acreditamos ser “o maior país monolíngue” do mundo?

16 set. 2021

MESA 1: O que o histórico das línguas que existiram e deixaram de existir no território que chamamos de Brasil nos diz sobre nós?

Disponível no Youtube

MESA 2: Como surgiram as línguas gerais e qual função elas cumpriram?

Disponível no Youtube

Como morre uma língua? Como algumas línguas resistem e outras, até já esquecidas, podem ser revitalizadas ou até ressuscitadas?
17 set. 2021

MESA 3: Como morre uma língua?

Disponível no Youtube.

MESA 4: Como uma língua tenta sobreviver, é revitalizada e até ressuscitada?

Disponível no Youtube

O legado português no continente africano (em perspectiva comparativa) e outros futuros possíveis. 18 set. 2021. 

MESA 5: O legado português nos países africanos
Apoio da Fundação da Cidade de Lisboa. Disponível no Youtube.

MESA 6: Grande debate – Por que somos tão intolerantes? Futuros possíveis.

Disponível no Youtube.

Saiu na Imprensa 

Entrevista de Deborah Goldemberg à TV Otimista (2021) – Youtube

Seminário online debate raízes da intolerância no Brasil (2021) – Publicado pela TV Cultura 

[SEMINÁRIO] Raízes da intolerância no Brasil: Evento virtual propõe debate acerca das línguas originárias brasileiras.  – Publicado pela Revista Continente.

Seminário virtual discute sobre as raízes da intolerância no Brasil: O seminário “Raízes da Intolerância no Brasil” acontece entre quinta-feira, 16, e sábado, 18. Evento é promovido pelo espaço Casa das Rosas. – Publicado pelo jornal O Povo

Primeira Bienal Virtual do Livro (2020) 

Participação na Primeira Bienal Virtual do Livro (2020), como moderadora no painel Protagonismo Negro na Literatura, com convidadas Roberta Nunes, Heloisa Pietro, Márcia Camargos, Arquimínio dos Santos. 

Assista os debates do painel aqui.

Noite das ideias/ La Nuit das Ideés (2020)

A Embaixada da França no Brasil, em parceria com o Institut Français,lançou a primeira Noite das Ideias no Brasil – a quinta edição no mundo – sob o tema: Ser vivo e floresta, no ano de 2020. O evento propôs um momento de reflexão criativa sobre a floresta, seus desafios, suas concepções e sua variedade da floresta tropical à mata atlântica, do cerrado aos maquis mediterrâneos.

Deborah Goldemberg é uma das convidadas da mesa PENSAR a floresta, junto com o filósofo Jean-Baptiste Vidalou e o cineasta Sebastián Wiedemann. Mediação da antropóloga Florencia Ferrari.

90 anos de Macunaíma (2018)

Curadoria para o evento promovido pela Rede de Museus-Casas Literários (2018) para celebrar o nonagésimo aniversário da obra. O evento fomentou ações para refletir sobre as culturas indígenas hoje e as influências dos povos ameríndios sobre o livro de Mario de Andrade.

Houve Feira de Livros Indígenas com a presença de autores como Avelino Taurepang, Roseane Cadete e Jaider Esbell , que também se apresentaram durante o Sarau de Mitologia Makunáima.

Saiba mais na programação do evento no site da Casa das Rosas.

Sarau das Poéticas Indígenas

Curadoria da primeira e segunda edição do Sarau das Poéticas  Indígenas, em 2009 e 2010

A ação reuniu índios, escritores indígenas e de outras origens, clássicos e contemporâneos, cuja obra tenha inspiração indígena de alguma região do Brasil. Poéticas, pois aqui não cabe apenas uma única poética, a ocidental ou aristóteleana, mas sua diversidade que vive nos cânticos, na história oral, no ritual indígena, tendo em comum a inventividade e o encantamento com a palavra e suas possibilidades.

Artigos acadêmicos sobre o Sarau das Poéticas Indígenas:

LITERATURA INDÍGENA CONTEMPORÂNEA: O ENCONTRO DAS FORMAS E DOS CONTEÚDOS NA POESIA E PROSA DO I SARAU DAS POÉTICAS INDÍGENAS

A CONCEPÇÃO DO I SARAU DAS POÉTICAS INDÍGENAS POR UMA ANTROPÓLOGA-ESCRITORA